No post da semana passada, falei um pouco sobre os produtos disponíveis no mercado de previdência privada, quais os tipos de tributação podem ser selecionados e como escolher o melhor modelo para você. Mas para escolher o produto certo, primeiro é importante saber onde comprar, e por isso vou falar do processo de escolha da seguradora e a possibilidade de transferência entre seguradoras – a chamada portabilidade.

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Com a reforma da previdência aprovada no Congresso em 2019, a importância da previdência privada ficou ainda mais evidente. Porém, mesmo com a consciência de que aposentar está mais desafiador do que nunca, apenas 6,3% da população brasileira tem algum tipo de aposentadoria privada. Hoje, vou esclarecer o básico sobre as opções que temos no mercado. E se ainda assim ficar alguma dúvida, é só deixar um comentário aqui ou no instagram @isa.fontanella ! Então vamos lá!

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Diversificando a Renda Fixa: CRI e CRA

A queda da taxa SELIC desde 2016 tem causado uma revolução nas carteiras de muito brasileiros – especialmente na dos acostumados com a renda fixa que pagava juros de dois dígitos. Uma das principais consequências é que muitas pessoas buscaram novos produtos de renda fixa com rendimentos maiores, mas nem sempre entendem os riscos e a complexidade desses investimentos. A diversificação é um movimento positivo, desde as corretoras até as carteiras individuais, mas é preciso entender melhor no que estamos investindo para não correr riscos desnecessários. O objetivo de hoje é explicar em detalhes o funcionamento de CRIs e CRAs para você investir com confiança.

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Fundos de ações ou ETFs?

A batalha das gestões

Este é o terceiro texto da trilogia sobre gestão ativa e passiva de ações, e o dia da grande batalha: Vale a pena investir em fundos que não ganharam do Ibovespa em 2019? Se você ainda não leu os dois primeiros textos confira aqui: Round 1 – Gestão Passiva e Round 2 – Gestão Ativa.

Como falei nos textos anteriores, tudo no mundo dos investimentos tem seus prós e contras. Mas o grande debate que inspirou essa trilogia pergunta especificamente sobre os fundos “ganharem” do índice passivo do Ibovespa e se estratégias que perdem ainda fazem sentido. E é por isso que hoje pretendo comparar diretamente as duas opções e alimentar a conversa.

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BATALHA: Gestão Ativa ou Passiva (round 1)

Hoje começo uma série de três textos explicando o que são gestões ativa e passiva de ações, discutindo as diferenças, vantagens e desvantagens de cada uma. Essa sequência foi inspirada pelos debates levantados especialmente no twitter sobre os fundos de ações (FIA) cujos resultados ficaram abaixo do Ibovespa em 2019. Muitos investidores então se perguntaram: vale a pena pagar a taxa de 2% de gestão de um fundo se ele não bate o índice do mercado? Ou seria melhor estar investido direto no Ibovespa? Para explicar em mais detalhes como tudo isso funciona, dividiremos essa série em três textos:

  1. Como funciona a gestão passiva
  2. Como funciona a gestão ativa
  3. Comparando as duas opções

E hoje começamos explicando a gestão passiva!

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Muita gente acredita que investimento é coisa de gente rica, que precisa ter vários zeros na conta bancária para começar e que as corretoras só aceitam clientes de alta renda. Mas nada disso é verdade! Nos últimos anos, os investimentos se tornaram mais acessíveis com investimentos iniciais mais baixos e plataformas mais simples. Um detalhe que você deve ficar de olho é que no caso dos fundos e renda fixa privada (que exclui o Tesouro Direto) os preços podem variar – e muito – dependendo da sua corretora ou banco. Também é importante saber que cada tipo de investimento tem um valor mínimo, e alguns valores variam dentro da mesma categoria, por isso consulte várias plataformas de investimento antes de investir. 

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Diversificando a Renda Fixa: Letras de câmbio

Para quem costuma visitar a página de renda fixa das corretoras já deve ter percebido que outros produtos além de CDBs e LCIs estão cada vez mais fáceis de encontrar. Devido à queda na taxa de juros nos últimos anos, os investidores foram em busca de rentabilidades maiores, e produtos antes desconhecidos – como as Letras de Câmbio (mais conhecidas como LCs) – agora estão mais acessíveis.

Dedico o post de hoje a explicar como este produto funciona.

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A renda fixa isenta sempre vale mais a pena?

O investidor brasileiro está aprendendo cada vez mais sobre os diferentes produtos financeiros disponíveis, especialmente os de renda fixa. Entre os mais disseminados estão o CDB e a LCI, que têm certas características semelhantes, mas muitas diferenças – dentre elas o pagamento de imposto de renda. Por isso vamos fazer um resumo dos dois investimentos e explicar como comparar taxas para os dois – e no final um download grátis de uma tabela de comparação!

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Vale a pena investir em fundos?

As páginas das corretoras de investimento costumam destacar os fundos que tiveram maior rendimento nos últimos 30 dias, mas não é de resultados mensais que vivem os investimentos em fundos! Julgar uma gestão por apenas um mês não só é perigoso mas pode levar o investidor a um erro sério! Então, vamos falar um pouco sobre em que situações vale a pena investir em fundos e o que devemos levar em consideração na escolha do fundo ideal! Continue lendo